{"id":11943,"date":"2023-07-31T22:47:39","date_gmt":"2023-08-01T01:47:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.portaldenoticias.net\/deusimar\/?p=11943"},"modified":"2024-11-06T11:02:41","modified_gmt":"2024-11-06T14:02:41","slug":"guerra-santa-estrada-em-area-proibida-semeia-discordia-entre-fieis-em-monte-santo-ba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portaldenoticias.net\/deusimar\/guerra-santa-estrada-em-area-proibida-semeia-discordia-entre-fieis-em-monte-santo-ba\/","title":{"rendered":"GUERRA SANTA \u2013 ESTRADA EM \u00c1REA PROIBIDA SEMEIA DISC\u00d3RDIA ENTRE FI\u00c9IS EM MONTE SANTO-BA ."},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.portaldenoticias.net\/deusimar\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/flori-no-fusquinha.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-10536\" src=\"https:\/\/www.portaldenoticias.net\/deusimar\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/flori-no-fusquinha.jpg\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"213\" \/>NOTE VALE A PENA A APRECIAR DE NOVO;<\/a><\/p>\n<p>No final do S\u00e9culo XVIII, ao avistar a serra do Piquara\u00e7\u00e1, no atual munic\u00edpio de Monte , no sert\u00e3Santoo da Bahia, o ap\u00f3stolo italiano Apol\u00f4nio de Todi, num transporte m\u00edstico, teve uma vis\u00e3o celestial. Parou, com aquela tranquilidade beat\u00edfica dos santos, pensou e planejou criar uma capela para exaltar a Jesus Cristo. Os sertanejos da regi\u00e3o o ajudaram no empreendimento de f\u00e9. Nascia ali a Serra da Santa Cruz, mais conhecida como Monte Santo. O nome original da serra ficara para tr\u00e1s. Segundo Euclides da Cunha, no cl\u00e1ssico Os Sert\u00f5es, a serra \u201cera um prod\u00edgio de engenharia rude e audaciosa\u201c<\/p>\n<p>. Mais de duzentos anos depois, ao olhar para o mesmo cen\u00e1rio de romarias (e de uma prociss\u00e3o que atrai milhares de pessoas na Sexta-Feira da Paix\u00e3o), o padre Nelso Nicolao, administrador da Par\u00f3quia do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, que cuida do santu\u00e1rio do Monte Santo, tamb\u00e9m teve uma vis\u00e3o. N\u00e3o m\u00edstica, como a do frei Apol\u00f4nio de Todi, mas bastante terrena. Ele decidiu abrir uma estrada na serra alegando que era para facilitar o acesso, ao Monte Santo, de fi\u00e9is e romeiros com dificuldade de locomo\u00e7\u00e3o. Doentes, idosos e cadeirantes seriam os principais beneficiados. A estrada foi aberta. Primeiro no trabalho manual. Depois \u2013 como nos pontos mais altos a rocha era mais dura \u2013 com o auxilio de uma retroescavadeira.<\/p>\n<p>Com 1.800m de cumprimento por 2,5 de largura \u2013 o suficiente para passar uma caminhonete \u2013 a estrada custou R$ 19,5 mil reais e teria sa\u00eddo por R$ 200 mil, se fosse aberta toda a picaretas, segundo o padre Nicolau, respons\u00e1vel pela obra. At\u00e9 a\u00ed tudo bem, um caminho mais curto. Seria apenas isso, se a senda alternativa da f\u00e9 n\u00e3o tivesse sido constru\u00edda num lugar tombado pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico. Em 1983, a antiga Secretaria do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (SPHAN), hoje Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN), decretou o tombamento da Serra da Santa Cruz, com base no Decreto Lei de 1937, que regulamenta a preserva\u00e7\u00e3o dos s\u00edtios hist\u00f3ricos, arquitet\u00f4nicos, culturais e art\u00edsticos do Brasil. Com isso, nada poderia ser feito na serra sem o conhecimento, a discuss\u00e3o e a autoriza\u00e7\u00e3o do IPHAN. Estava armaErigida, no imagin\u00e1rio montessantense, o Monte da Disc\u00f3rdia.da a celeuma.<\/p>\n<p>Erigida, no imagin\u00e1rio montessantense, o Monte da Disc\u00f3rdiaPois a obra granjeou ferrenha oposi\u00e7\u00e3o dos defensores locais do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e da tradi\u00e7\u00e3o religiosa de subir o morro pelo caminho secular dos peregrinos. E a p\u00e9. Um dos mais aguerridos opositores da \u201cestrada do padre\u201d, como muitos a chamam de maneira ir\u00f4nica, \u00e9 o arquiteto Tim\u00f3teo Ferreira, especialista em s\u00edtios hist\u00f3ricos que, desde 2010, estuda a Serra da Santa Cruz. Nativo e l\u00edder da Associa\u00e7\u00e3o dos Pequenos Produtores da Fazenda Acar\u00e1 \u2013 de pequenas unidades quilombolas na zona rural de Monte Santo -, Ferreira acusa a igreja cat\u00f3lica de querer \u201cmercantilizar o turismo religioso de forma absurda\u201c, com a abertura da pol\u00eamica estrada, e posterior cobran\u00e7a de ped\u00e1gio para o acesso de carros e caminhonetes 4\u00d74. \u201cOra, \u00e9 como diz em Salvador, na Festa do Bonfim: quem tem f\u00e9 vai a p\u00e9\u201c, provoca.<\/p>\n<p>Conforme o arquiteto, a Serra da Santa Cruz est\u00e1 tombada em tr\u00eas escalas: paisag\u00edstica, cultural e arquitet\u00f4nica e nada pode ser mexido, sem a autoriza\u00e7\u00e3o do IPHAN, at\u00e9 no entorno do morro num raio de 15km, incluindo o sop\u00e9. No Instagram, Ferreira postou uma s\u00e9rie de v\u00eddeos em que denuncia a a\u00e7\u00e3o da igreja cat\u00f3lica da par\u00f3quia de Monte Santo, vinculada \u00e0 Diocese de Senhor do Bonfim, como \u201cum crime no sentido da interven\u00e7\u00e3o em um s\u00edtio de relev\u00e2ncia internacional, colocando em risco a fauna e flora\u201c. Em um dos v\u00eddeos, ele afirma que \u201cn\u00e3o se pode perder esse rico patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, cultural e ambiental para a ignor\u00e2ncia\u2019\u201c.<\/p>\n<p>Guerra Santa na terra de Deus e o Diabo na Terra do Sol<\/p>\n<p>Nessa Guerra Santa no morro em que, em 1964, o cineasta Glauber Rocha filmou a cena do massacre dos fi\u00e9is cometido por Antonio das Mortes \u2013 personagem de Deus e o Diabo na terra do Sol, interpretado por Maur\u00edcio do Valle \u2013 quem primeiro se insurgiu contra a abertura da estrada foi o produtor rural e artista pl\u00e1stico Ivan Santana. \u201cEssa obra me incomodou bastante porque Monte Santo \u00e9 a minha cidade, pela qual eu tenho uma rela\u00e7\u00e3o de afeto e pertencimento\u201c, reflete. Santana classifica a nova estrada como o passo inicial para o turismo excludente. \u201cA igreja acha que \u00e9 soberana e que pode tudo. Ela quer transformar a Serra da Santa Cruz num Cristo Redentor para turistas. Que pense em outra forma de acessibilidade. No morro se sobe pela f\u00e9\u201d, ressalta o artista pl\u00e1stico.<\/p>\n<p>Em um artigo publicado no Instagram e intitulado \u201cMercen\u00e1rios da F\u00e9\u201c, Ivan Santana pergunta de chofre: \u201cA quem interessa uma interven\u00e7\u00e3o descabida, criminosa em um Santu\u00e1rio constru\u00eddo em 1785 e tombado? O crime, al\u00e9m de ser contra um patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, se caracteriza como um delito ambiental e ecol\u00f3gico contra uma \u00e1rea protegida por lei federal\u201c. No mesmo artigo, o artista pl\u00e1stico acusa a igreja cat\u00f3lica de Monte Santo de \u201cdesmatar, deslocar pedras e descaracterizar para construir uma estrada para carros e motocicletas que d\u00e1 acesso para um lugar mitificado pelo povo como um espa\u00e7o sagrado de devo\u00e7\u00e3o e f\u00e9\u201c. Ele ainda sublinha que \u201cn\u00e3o ser\u00e3o os devotos que ir\u00e3o subir por esta estrada horrorosa e de p\u00e9ssimo gosto, porque o devoto e o romeiro fazem o caminho tradicional, o caminho da f\u00e9, o que faz sentido no cumprimento de sua promessa\u201c.<\/p>\n<p>Ivan Santana confessa que escreveu o texto \u201cdoente e indignado\u201d e diz esperar que \u201co IPHAN tenha a dec\u00eancia de intervir para reverter essa situa\u00e7\u00e3o que nos deixa em choque\u201c. Sobre o artigo, o padre Nelso Nicolao enviou como resposta, ao artista pl\u00e1stico, um v\u00eddeo em que confirma o projeto de se fazer a estrada para romeiros com dificuldade de locomo\u00e7\u00e3o. Garante, ainda, que a obra n\u00e3o causou danos ambientais, porque foi feita onde existia pouca vegeta\u00e7\u00e3o e onde n\u00e3o tinha quase pedras para tirar. Assegura, por fim, que n\u00e3o se fez uma estrada para carros e motos da burguesia, mas pra contemplar um p\u00fablico que historicamente ficou de fora das romarias e das prociss\u00f5es.<\/p>\n<p>Natural de Monte Santo, e atualmente trabalhando na C\u00e2mara dos Deputados em Bras\u00edlia, o jornalista Wallas Henrique est\u00e1 elaborando um dossi\u00ea, inclusive com laudos t\u00e9cnicos, sobre a constru\u00e7\u00e3o da estrada na Serra da Santa Cruz. Ele quer aproveitar a proximidade do poder para tentar embargar a obra. Wallas afirma que a estrada \u00e9 um \u201ccrime ambiental\u201d e que foi constru\u00edda sem um plano de conting\u00eancia. \u201cO mais revoltante \u00e9 desmanchar a nossa hist\u00f3ria\u201c, aponta o jornalista.<\/p>\n<p>Em um artigo com o t\u00edtulo Conversa sobre Patrim\u00f4nio e o Descaminho na Serra da Santa Cruz de Monte Santo da Bahia\u201d, Wallas Henrique informa que o santu\u00e1rio da serra est\u00e1 localizado a 490 metros do n\u00edvel do mar e que a via sacra \u00e9 composta por um caminho de pedras com 2 km de extens\u00e3o, ao longo do qual se distribuem 25 capelas votivas, lugar que constitui um dos mais importantes marcos dos movimentos de peregrina\u00e7\u00e3o religiosa do Brasil. Lembra, ainda, que, em 1983, o lugar foi reconhecido pela SPHAN como patrim\u00f4nio nacional por seu valor paisag\u00edstico, arquitet\u00f4nico e hist\u00f3rico, numa a\u00e7\u00e3o de preserva\u00e7\u00e3o pioneira no Brasil. Para o jornalista, a constru\u00e7\u00e3o da estrada \u2013 e a adultera\u00e7\u00e3o crescente \u2013 exp\u00f5e a riscos, diretos e indiretos, a manuten\u00e7\u00e3o da ambi\u00eancia hist\u00f3rica, natural e cultural da cidade. O jornalista prossegue afirmando que \u201cneste caso, a poligonal de tombamento (portanto limite) \u00e9 definida a partir da cota 500 e determina a prote\u00e7\u00e3o do monumento e sua \u00e1rea de entorno\u201c. Termina dizendo que \u201cconservar o santu\u00e1rio \u00e9, n\u00e3o apenas um dever de preserva\u00e7\u00e3o da cultura, mas, principalmente, um ato de valoriza\u00e7\u00e3o do homem da terra, o vaqueiro, o pequeno criador, o dono ou empregado de uma rocinha\u201c.<\/p>\n<p>A voz do padre<\/p>\n<p>Em resposta \u00e0 solicita\u00e7\u00e3o de entrevista ao Correio, o padre Nelso Nicolao encaminhou uma nota de esclarecimento na qual informa que o plano de construir uma estrada alternativa na Serra da Santa Cruz, na trilha em que o Padre Berenguer (Monsenhor Francisco de Paula Berenguer Cesar, hist\u00f3rico religioso da regi\u00e3o) subia montado a cavalo, j\u00e1 vinha sendo pensado h\u00e1 dois anos, por um grupo da Comunidade Cat\u00f3lica de Monte Santo.<\/p>\n<p>Padre Nicolao salmodia que a obra foi feita \u201cpensando em dar a alegria aos irm\u00e3os e \u00e0s irm\u00e3s romeiros com defici\u00eancia f\u00edsica, de chegar ao Santu\u00e1rio para cumprir suas promessas de agradecimento, a Deus louvar e entregar-se ao Cristo Crucificado para encontrar gra\u00e7as diante de seus sofrimentos, sendo, portanto, um caminho da f\u00e9 para este grupo de pessoas\u201c. O religioso observa que o Santu\u00e1rio \u00e9 um bem para todos e que, por isso, a igreja tem a obriga\u00e7\u00e3o de facilitar para que seja um direito de todos.<\/p>\n<p>O padre admite que \u201cem vista deste bem maior, foi necess\u00e1rio sacrificar um pouco a natureza, mesmo que um tanto contrariados por ter que mexer num patrim\u00f4nio hist\u00f3rico\u201c. Padre Nicolao assegura que a \u00e1rea desmatada ser\u00e1 em breve reflorestada, com plantas adaptadas ao patrim\u00f4nio hist\u00f3rico como macambira, mandacaru, umburana de cambu, ara\u00e7\u00e1s e outras vegeta\u00e7\u00f5es rasteiras. A nota indica que a obra vai prosseguir com a constru\u00e7\u00e3o de um port\u00e3o no p\u00e9 da serra. O acesso ser\u00e1 apenas para tr\u00eas carros credenciados. O port\u00e3o ter\u00e1 um telefone. O dinheiro para a obra foi emprestado generosamente por uma pessoa de f\u00e9 e ser\u00e1 pago em 15 parcelas mensais. Por fim, o padre Nicolao diz que \u201cesse caminho n\u00e3o foi feito para ser instrumentalizado por politicagem e outros abusos\u201d e que era necess\u00e1rio ser constru\u00eddo h\u00e1 muito tempo.<\/p>\n<p>Integrante do Minist\u00e9rio P\u00fablico, o promotor substituto da Comarca de Monte Santo, Marcelo Cerqueira C\u00e9sar, recebeu uma representa\u00e7\u00e3o para embargar a obra, mas como se tratava de uma \u00e1rea tombada declinou da atribui\u00e7\u00e3o, em 15 de junho passado, em favor do Minist\u00e9rio Publico Federal (MPF), em Campo Formoso. O MP em Salvador tamb\u00e9m foi acionado para falar sobre o assunto, mas n\u00e3o deu resposta at\u00e9 o fechamento desta edi\u00e7\u00e3o. O mesmo ocorreu com o IPHAN, contatado na quinta-feira, cuja assessoria de imprensa pediu solicita\u00e7\u00e3o por e-mail, o que prontamente foi feito.<\/p>\n<p>A Serra do Monte Santo, por onde andou o l\u00edder religioso de Canudos, Antonio Conselheiro, \u00e9 descrita por Euclides da Cunha, em Os Sert\u00f5es, como \u201cuma paragem impressionadora\u201c. O segundo cap\u00edtulo da primeira parte da epop\u00e9ia sertaneja, A Terra, chama-se Do alto do Monte Santo, de onde o panorama se estende por 15 l\u00e9guas (90 km). Para Euclides, Monte Santo \u00e9 um lugar lend\u00e1rio e \u00e9, justamente, nessa lenda que se mexeu, gerando apoiadores e descontentes fervorosos. Se no Antigo Testamento, Mois\u00e9s abriu o Mar Vermelho para fugir com seu povo do cativeiro do Egito em busca da Terra Prometida, em Monte Santo, um padre abriu um morro. N\u00e3o esperou que a montanha fosse a at\u00e9 ele como no popular ditado sobre Maom\u00e9. Ele mesmo foi at\u00e9 a montanha que agora pode ser chamada de Monte da Disc\u00f3rdia.<br \/>\nFonte: https:\/\/www.correio24horas.com.br \u2013 Por Elieser Cesar AUTOR CONVIDADO Colabora\u00e7\u00e3o: CONTRIBUI\u00c7\u00c3O SO Blog do Florisvaldo \u2013 Informa\u00e7\u00e3o Com Imparcialidade \u2013 30\/07\/2023<br \/>\nCOLABORA\u00c7\u00c3O E COMPLEMENTOS DE:<br \/>\nJos\u00e9 Deusimar Loiola Gon\u00e7alves T\u00e9cnico em Agropecu\u00e1ria (Funcion\u00e1rio Publico Aposentado- Extensionista do Governo do Estado de nossa linda e extennsa Bahia); Graduado em Administra\u00e7\u00e3o de M\u00e9dias e Pequenas Empresas; Licenciado em Biologia; P\u00f3s Graduado Em Gest\u00e3o Educa\u00e7\u00e3o Ambiental, e Tecn\u00f3logo em Apicultura e Meliponicultura. Zap: (75) 99998-0025 (Vivo) . Blog: https:\/\/www.portaldenoticias.net\/deusimar<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NOTE VALE A PENA A APRECIAR DE NOVO; No final do S\u00e9culo XVIII, ao avistar a serra do Piquara\u00e7\u00e1, no atual munic\u00edpio de Monte , no sert\u00e3Santoo da Bahia, o ap\u00f3stolo italiano Apol\u00f4nio de Todi, num transporte m\u00edstico, teve uma vis\u00e3o celestial. 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