O projeto de planejamento de qualquer governo jamais pode estar restrito às ações de desenvolvimento do presente sem pensar nos efeitos que vão impactar no futuro ou já na realidade do dia de amanhã. E o que é mais importante é entender que governar não significa apenas administrar os desafios atuais, mas dedicar esforço na construção do futuro, com a consciência de que serão inevitáveis as transformações que surgirão nos próximos anos. Assim sendo, é importante olhar o futuro, sempre respeitando o passado e com base no presente.
Essa visão torna-se ainda mais evidente diante das profundas mudanças econômicas, tecnológicas, sociais e demográficas que já estão em curso. O mundo vive uma nova revolução impulsionada pela inteligência artificial, pela automação, pela digitalização dos serviços, pela transição energética e pela crescente competitividade global. Nesse cenário, permanecer parado significa perder espaço, investimentos e oportunidades. Em outras palavras é ficar vendo o bonde passar sem nada fazer.
Em paralelo a todo o esforço a ser aplicado nesse processo de construção de um novo tempo, há um fator básico e fundamental a exigir um forte investimento para a sua consolidação: a EDUCAÇÃO. Todas as Nações que galgaram notável sucesso no seu desenvolvimento econômico e industrial, primeiro buscaram alcançar um elevado nível na melhoria da formação de sua gente. E o resultado – é sempre bom relembrar -, está aí para o mundo todo ver e servir de exemplo, sem ser necessário enumerar aqui.
Mais do que ampliar o acesso às escolas e universidades, gerando relativa quantidade de vagas, torna-se indispensável melhorar a qualidade do ensino, fortalecer a educação técnica e profissionalizante, e adequar a formação dos jovens às exigências de um mercado de trabalho cada vez mais tecnológico, exigente e altamente competitivo!
Ao lado da melhor formação da população é impositivo que haja uma economia com previsibilidade fiscal, e que produzirá maior grau de confiança dos investidores, com consequente crescimento econômico e a geração de empregos. Havendo isso, fica mais fácil o progresso chegar e, logicamente, com ele vem o desenvolvimento em quase todas as áreas.
Não existe crescimento sólido e duradouro em um ambiente marcado por déficits permanentes, aumento da dívida pública e insegurança econômica. A confiança dos investidores, estimula a geração de empregos e a criação de melhores condições para que o Estado possa cumprir adequadamente as suas funções sociais.
Todo esse processo exige instituições sólidas, segurança jurídica e estabilidade política. Sem essa certeza dos investidores, empreendedores e cidadãos, não haverá credibilidade nas regras do jogo. Mudanças constantes de direção, insegurança regulatória e conflitos institucionais prolongados geram incertezas que comprometem o desenvolvimento e afastam oportunidades.
Embora estejamos convivendo com um ano eleitoral, a menos de três meses do pleito, não existe o anúncio de qualquer programa pelos possíveis pré-candidatos, em cujas preliminares se possa identificar a clareza de que irão pugnar pela construção de um novo tempo para o povo brasileiro. Nada mais que debates de natureza ideológica ou, possivelmente, duvidosas e silenciosas ofertas futuras em troca do apoio eleitoral, agora! Sem falar nas acusações e ofensas, em alguns casos de baixo nível, que em nada acrescenta e termina sendo o sujo falando do mal lavado!
Por fim, é importante compreender que o futuro não se constrói de forma improvisada. Ele resulta de planejamento, visão estratégica e capacidade de estabelecer prioridades que transcendam interesses eleitorais imediatos. Países que prosperam são aqueles que conseguem pensar além do próximo mandato político, da próxima eleição ou da próxima crise conjuntural.
Afinal, o futuro não acontece por acaso ou pelo improviso. Ele é consequência direta das decisões tomadas no presente com profissionalismo, respeito e responsabilidade.
Autor: Adm. Agenor Santos, Pós-Graduação Lato Sensu em Controle, Monitoramento e Avaliação no Setor Público – Salvador – BA.
Blog do Florisvaldo – Informação Com Imparcialidade




De acordo com o título desta mais uma brilhante cônica do enciclopédico cronista Agenor Francisco dos Santos, este homem forte das abelhas deseja que nossos próximos governantes depois do pleito eleitoral deste ano em curso, coloque em prática o mais essencial para se reerguer um município; um estado, uma nação, o pilar da EDUCAÇÃO(rima rica). Não podemos esquecer que nosso país tem um extenso território de 8511965 km2, deste imenso território, de 70 a 80 % são de terras agricultáveis e se faz necessário que nossos futuros governantes façam um esforço de ao lado do pilar da EDUCAÇÃO priorize à nossa AGROPECUÁRIA que vai provocar a produção em larga escala de alimentos, e acabar de uma vez por todas com a pior doença da humanidade e dos animais, que atende pelo nome de EMOF= FOME. Um outro desejo deste homem forte das abelhas, é que esses futuros governantes supostamente eleitos e reeleitos neste ano eleitoral, quando saírem de casa para assumir seus respectivos cargos, que deixem atrás da porta de saída a maldita prática do famigerado câncer da CORRUPÇÃO. COLABORAÇÃO E COMPLEMENTOS DE:
José Deusimar Loiola Gonçalves
Técnico em Agropecuária- Ex- Funcionário Publico do Governo do Estado de nossa linda e extensa Bahia ; Graduado em Administração de Médias e Pequenas Empresas; Licenciado em Biologia; Pós Graduado Em Gestão Educação Ambiental, e Tecnólogo em Apicultura e Meliponicultura.
Zap: (75) 99998-0025 (Vivo) .
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